Queda de cabelo

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Queda de cabelo 

Antigamente não se sabia ao certo a causa da calvície e também não se conhecia a cura. Hoje em dia, no entanto com o avanço da ciência, já se tem excelente solução para tratar a perda de cabelo e até promover o crescimento e fortalecimento dos fios.
Existem vários fatores para que a queda de cabelo se suceda. Alguns são apenas fatores temporários e sazonais e com estes não se deve preocupar em excesso. Outros são fatores do dia-a-dia como as várias agressões diárias a que o cabelo está sujeito. 
Outro aspecto muito importante que pode originar falhas no cabelo é sem dúvida o aspecto genético. Se tem familiares (pai, tios...) com calvície é bastante provável que sofra ou venha a sofrer também deste problema e os maiores problemas são devidos a este fator. Para além do aspecto genético, vamos então falar das causas em geral que podem levar a este problema. 

Causas 

Um das causas mais comuns e que normalmente não se dá a devida importância é a agressividade com que se penteia. Má alimentação e dietas inadequadas, pobre em proteínas podem originar problemas. Doenças como anemia, febres, infecções e tratamentos contra câncer podem também ser prejudicial. A falta de cuidado ao utilizar certos produtos para o cabelo também contribui de maneira significativa para a queda do mesmo. 
No caso das mulheres pode ocorrer uma maior perda de cabelo durante a gravidez e pós-parto, mas isto é normal e quase sempre passageiro. Ao utilizar certos medicamentos também pode contribuir para que este problema se agrave, verificar se quando acabar com a medicação volta à normalidade. O uso da pílula em alguns casos também contribui para a perda do couro cabeludo. Evite a todo o custo o tabaco e o álcool. O secador, quando usado muito frequentemente também contribui para isto. Baixo nível de ferro no sangue. Infecções por fungos. Stress físico e mental. Doenças de tireoide. Estes são os principais aspectos que originam a desagradável queda de cabelo. Para todos os casos, existe uma solução mesmo quando é genético. É de salientar ainda, que este fator genético pode ser tanto transmitido pelo lado paterno, como o materno.
Doenças da haste do couro cabeludo 


1. Moniletrix: A haste do pêlo apresenta formação de contas e quebra-se com facilidade. Nódulos são separados por entre nódulos mais estreitos. De natureza hereditária, apresenta-se logo nos primeiros meses de vida. Precisa de acompanhamento médico especializado. 
2. Pili Torti: O termo deve ser usado para síndromes congênitas ou hereditárias nas quais múltiplas torções do pêlo (180º) constituem o sinal predominante.
3. Tricoptilose: É uma divisão longitudinal da haste do cabelo. Damos esta denominação a todos os cabelos que tenham perdido sua forma cilíndrica, rachando e quebrando em fiapos parecidos com as cerdas de um pincel. Cabelos frágeis e fendidos em sua ponta ou em toda haste. Pode ser causada por agressão química ou mecânica a tricoptilose é a mais comum resposta macroscópica da haste do cabelo aos efeitos cumulativos do trauma químico e físico. Tricorrexe nodosa e tricoclasia muitas vezes presentes na mesma paciente. 
4. Tricorrexe Nodosa: É mais corretamente encarada como uma resposta característica do cabelo a lesão, o chamado desgaste do cabelo, onde as células cuticulares são rompidas permitindo que as células corticais se alarguem para fora formando nódulos. A perda da cutícula resulta em fibras esfarrapadas que se fraturam com facilidade, devido ao efeito cumulativo da aplicação de shampoo, mar, sol e químicas como: tinturas, relaxamentos, descolorantes e também por processos mecânicos, como por exemplo, escovar o cabelo em excesso. Quando o cabelo incha fazendo dilatações ovaladas como se fossem nódulos no fio, pode causar a quebra. A Tricorrexe Nodosa é constantemente adquirida, porém muitos defeitos intrínsecos dos pêlos podem ser fatores determinantes na sua formação. 
5. Tricolasia: É a comum fratura da haste do pêlo. Ocorrem fraturas transversais da haste, parcialmente imobilizadas pela cutícula intacta. A cutícula, o córtex e o conteúdo de enxofre são anormais. Pode ser confundida com Tricorrexe ou Tricoptilose. 

6. Tricotiodistrofia: O termo TDD foi criado para descrever o cabelo quebradiço com um conteúdo de enxofre anormalmente baixo. O cabelo é frágil e desgasta-se muito. Com trauma ele pode quebrar (tricosquise). Uma fratura transversa simples ocorre na haste do pêlo através do córtex e cutícula e há uma ausência localizada de células. 
7. Triconodose: Este nó na haste do cabelo é induzido por trauma. Pelos encaracolados curtos de diâmetro relativamente achatado são mais facilmente afetados. Os nós são encontrados mais frequentemente em cabelo negróide e em cabelo caucasoides curtos encaracolados e apenas raramente em cabelo liso longo. As únicas anormalidades são secundárias ao nó e são localizadas na parte da haste que forma o nó. Pela microscopia a cutícula. O trauma de escovar ou pentear pode fazer a haste quebrar-se no lugar do nó. 
8. Tricotilomania: É provocada pelo hábito de arrancar o cabelo, ou por penteados que acarretam tração constante na raiz do cabelo. Causando assim uma alopecia traumática. Há uma ou mais áreas assimétricas de perda de cabelos. Os cabelos são partidos em vários comprimentos acima da superfície e até arrancada da raiz. O tratamento tem que ser associado com psicológico ou mudanças de penteado. 
9. Pedículos: Ou Pediculose, nome do popular piolho que vive sobre os cabelos e deposita seus ovos (lêndeas) bem perto do couro cabeludo formando um casulo aderente ao fio do cabelo. É transmitido através do compartilhamento de bonés, escovas, pentes e através do contato físico geral entre as crianças e seus pais e professores. 
10. Alopecia Areata: Esse termo está relacionado á perda de cabelos ou pelos em área localizada em qualquer parte do corpo quando ocorre no corpo todo é chamada de alopecia universal. Não se sabe ainda o motivo pelo qual este tipo de doença ocorre. Ela pode acometer pessoas de qualquer sexo e idade, pois esta vinculada ao sistema imunológico do organismo. É muito comum esse tipo de acometimento esta associado a uma ocorrência grave de esfera emocional. Quando o caso é de apenas algumas áreas, mesmo sem tratamento, após 6 meses, os pêlos muitas vezes retornam. 
11. Alopecia Cicatricial: São as perdas de cabelo que são acompanhadas ou se seguem da destruição dos folículos ou por um processo externo a eles. Estes folículos podem estar ausentes como resultado de um desenvolvimento anormal ou podem estar danificados definitivamente por um trauma, como queimadura ou por radiodermite. 
12. Alopecia Difusa: Também conhecida como Eflúvio Telógeno porque nesse caso os cabelos perdidos estão na fase telógena, mas a quantidade é muito maior do que a habitual. Essa perda normalmente se dá após o parto, períodos de febre intensa ou estados nutricionais debilitados. As causas da Alopecia Difusa, também estão associadas à deficiência nutricional, função hepática comprometida e hipotireoidismo. 
13. Psoríase: É uma doença de pele determinada geneticamente e que ainda não se tem resultados de cura definitiva. O couro cabeludo é uma das áreas frequentemente atingidas e quase sempre a primeira delas em pessoas jovens, com períodos de melhora e caracterizadas por placas avermelhadas cobertas de escamas brancas ou rosadas, localizada no couro cabeludo, cotovelos, joelhos e unhas e que sangram com facilidade. 
14. Tinea do couro cabeludo: É a designação técnica da micose, que é uma infecção causada por um fungo. Normalmente é uma doença comum entre pessoas desvalidas ou que vivem em más condições de habitação e higiene, ou são portadores de doenças autoimunes, como a AIDS, por exemplo. É um grupo de micoses superficiais, limitadas às camadas queratinizadas ou semiqueratinizadas da pele (epiderme, pelos e unhas). Os fungos (dermatófitos) utilizam a queratina como alimento. Os principais gêneros são: Microsporum, Tricophyton e Epidermophyton que têm predileção pela haste do pêlo. As tinhas são denominadas conforme a área acometida: tinha do couro cabeludo, da barba, do pé e da mão, tinha corporal, crural (períneo, regiões glúteas e parede abdominal), e das unhas (onicomicose).


Caspa 



A caspa, Pityriasis Capitis, caracteriza-se pelo excesso de descamação do couro cabeludo, não ocorrendo inflamação. A pele do couro cabeludo passa a eliminar as células mais rapidamente que o normal. Alimentos de baixo valor nutritivo e a falta de proteínas e óleos poli-insaturados podem contribuir. Atualmente, acredita-se ser a caspa uma forma branda de Dermatite Seborréica. Segundo sua intensidade pode ser classificada como: Leve - Pequenos flocos esbranquiçados aderentes ao couro cabeludo, próximos à implantação dos fios, perceptíveis somente após raspagem ou escovação. Moderada - Os flocos se encontram soltos entre os fios, mesmo na ausência de processos que promovam seu deslocamento do couro cabeludo. Intensa - Caracteriza-se por descamação acentuada de flocos de tamanhos variados, abundantes e perceptíveis entre os fios e sobre os ombros do portador.


A Caspa e a Dermatite Seborréica encontram-se presentes em 40% da população branca adulta e estão relacionadas com predisposição genética e fatores ambientais. Alterações na composição da gordura produzida pelas glândulas sebáceas do couro cabeludo, que resultam no aumento da alcalinidade da pele (alteração do PH) parecem predispor o surgimento destas afecções. Raras e brandas nas crianças têm suas incidências e gravidades máximas por volta dos 20 anos, sendo pouco frequentes após os 50 anos.

Causas 
São várias as causas do aparecimento das caspas. 
1. Proliferação do Pityrosporum, provocando descamação e irritação. 
2. Excesso de produção das glândulas sebáceas. 
3. Distúrbios hormonais ou glandulares. 
4. Permanentes, alisamentos ou colorações em excesso. 
5. Utilização de produtos inadequados. 
6. Processo de gravidez. 
7. Processos alérgicos. 
8. Instabilidade emocional (ansiedade, estresse, depressão, entre outros). 
9. Na seborreia: Ingestão de gordura em excesso. 
10. Na caspa seca: Falta de óleos e gorduras de boa qualidade na alimentação, deixando o couro cabeludo ressecado.



Prurido do couro cabeludo


É a manifestação de acne necrótica seguida por pequenas crostas, são fontes de intenso desconforto. As reações a tinturas e outros cosméticos de cabelos afetam as orelhas, pescoço, testa e o próprio couro cabeludo, pois o mesmo é um lugar comum para Parasitofobia.

Dermatite de contato: É nada mais do que uma reação inflamatória que acontece devido ao contato direto com uma substância que provoca danos a sua pele, a considerada dermatite de contato por irritante primário. Se a foto dermatite for excluída, duas divisões amplas são reconhecidas, é a dermatite por irritante e também a dermatite de contato alérgica, a qual resulta no aparecimento de alergia.
– Dicas importantes para um atendimento personalizado e de credibilidade.
1.Fazer anamnese do couro cabeludo e da haste capilar verificando se há alterações. Este procedimento tem por objetivo melhorar a eficiência dos resultados.

2. Higienização das mãos do cliente e do profissional usando Loção Anti Séptica ou álcool. Este procedimento deve ser executado antes de qualquer tratamento cosmético.

3. Realizar a avaliação, se possível em lugar privativo, para evitar constrangimentos à cliente.

4. Transmita para a cliente aquilo que está vendo, em termos técnicos dando exemplos populares, para melhor entendimento.

5. No caso de procedimento com argila, após a aplicação, ocluir com touca laminada ou plástica para que possa ativar a sudorese (suor intenso) do couro cabeludo. Não usar touca térmica para não secar a argila.

6. Ao usar eletroterapia verificar sempre as contra indicações e o tempo de aplicação.



By Adriano Alonso Dias


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